Pela primeira vez, em 16 anos, eu percebi (e falo isso em 1ª pessoa mesmo) que amar um alguém para o resto da vida e querer encontrar nele todas as qualidades e todas as minhas necessidades é quase cruel. Comigo e com ele.
Com tanta variedade, com cada um podendo me oferecer conhecimentos e prazeres diferentes, como posso abrir mão de todos (eu disse TODOS) em função de um?
Mas que seria bom ter alguém (só UM alguém) para passar as tardes juntos...
"Eu construo uma"
"What's this? Don't know yet"
domingo, 27 de setembro de 2009
segunda-feira, 6 de julho de 2009
ViDa ViDa
E naquele carrossel ela girava e girava e girava e girando continuava até que não conseguisse mais definir as formas ao seu redor, ninguém mais era de verdade ninguém existia ninguém poderia fazer mal ninguém poderia dizer nada estava tudo bem
Luzes e desenhos em cima em baixo em cima em baixo e ficava assim por horas e horas e horas e não saia de lá nunca e quando saía a vida continuava carrossel.
Luzes e desenhos em cima em baixo em cima em baixo e ficava assim por horas e horas e horas e não saia de lá nunca e quando saía a vida continuava carrossel.
quarta-feira, 17 de junho de 2009
Changing
Gostava de mudanças. Mudar sempre é bom, dizia. O que ainda não sabia é como reagir quando...
Há tempos estava acostumado com as mesmas coisas. Com os mesmos amigos, os mesmos lugares e os mesmos hábitos. Nada de mais, até aí.
Quando aquele amigo morreu, ficou desnorteado. Muitos diziam que não deveria ficar assim, que isso passa, que é a vida, que ele estava em um lugar melhor... mas ele tinha o direito de ficar chateado, sim, claro que tinha; sou eu, é ele, somos nós. Nada mais justo e ninguém garante nada: ele ainda pode estar sofrendo.
Ele ainda poderia precisar daquele abraço, daquele momento de silêncio, daquele olhar e de rir dos problemas, fazendo-os parecer míseros pontos no espaço. Ele precisava ou vaidade?
Não, não; é claro que ele precisava, não sabia viver sem isso, não queria viver sem isso! Mas como?, como se eles não poderiam mais se ver ou se falar?
Bobagem, eles sabiam como.
Há tempos estava acostumado com as mesmas coisas. Com os mesmos amigos, os mesmos lugares e os mesmos hábitos. Nada de mais, até aí.
Quando aquele amigo morreu, ficou desnorteado. Muitos diziam que não deveria ficar assim, que isso passa, que é a vida, que ele estava em um lugar melhor... mas ele tinha o direito de ficar chateado, sim, claro que tinha; sou eu, é ele, somos nós. Nada mais justo e ninguém garante nada: ele ainda pode estar sofrendo.
Ele ainda poderia precisar daquele abraço, daquele momento de silêncio, daquele olhar e de rir dos problemas, fazendo-os parecer míseros pontos no espaço. Ele precisava ou vaidade?
Não, não; é claro que ele precisava, não sabia viver sem isso, não queria viver sem isso! Mas como?, como se eles não poderiam mais se ver ou se falar?
Bobagem, eles sabiam como.
segunda-feira, 1 de junho de 2009
segunda-feira, 25 de maio de 2009
Faz de conto
Ele gostava disso. Gostava de fazer de conta.
Não acontecia com ele, anyway.
São situações, lugares, pessoas e sentimentos, mas nada existe.
Por que não?
Once upon a time,
Não acontecia com ele, anyway.
São situações, lugares, pessoas e sentimentos, mas nada existe.
Por que não?
Once upon a time,
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