Pela primeira vez, em 16 anos, eu percebi (e falo isso em 1ª pessoa mesmo) que amar um alguém para o resto da vida e querer encontrar nele todas as qualidades e todas as minhas necessidades é quase cruel. Comigo e com ele.
Com tanta variedade, com cada um podendo me oferecer conhecimentos e prazeres diferentes, como posso abrir mão de todos (eu disse TODOS) em função de um?
Mas que seria bom ter alguém (só UM alguém) para passar as tardes juntos...