domingo, 27 de setembro de 2009

Pela primeira vez, em 16 anos, eu percebi (e falo isso em 1ª pessoa mesmo) que amar um alguém para o resto da vida e querer encontrar nele todas as qualidades e todas as minhas necessidades é quase cruel. Comigo e com ele.
Com tanta variedade, com cada um podendo me oferecer conhecimentos e prazeres diferentes, como posso abrir mão de todos (eu disse TODOS) em função de um?



Mas que seria bom ter alguém (só UM alguém) para passar as tardes juntos...
Eu deveria estar envergonhada.
Preciso tomar uma decisão: ou eu continuo pseudo-seriamente com isso aqui ou eu deleto e prontoacabou.

Deixando claro que deixar de escrever não é opção.